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“Faça luz, não guerra”: obra na Bienal de Veneza chama atenção com laser visível do espaço
Uma das obras mais comentadas da Bienal de Veneza deste ano vem chamando atenção não apenas pela grandiosidade visual, mas também pela mensagem de reflexão em tempos de conflitos e excesso de informação.
Por Luiza Zim
Publicado em 28/05/2026 22:05
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Batizada de “Higher Power”, a instalação do artista britânico Chris Levine utiliza um laser de grau militar, modificado com o auxílio de engenheiros e físicos alemães, para criar um enorme anel luminoso no céu noturno de Veneza. A luz pode ser vista de diferentes pontos da cidade até a meia-noite.

 

Ao apresentar a obra, Levine resumiu a proposta em uma frase impactante: “Faça luz, não guerra.”

 

Segundo o artista, a instalação é um convite à pausa e à contemplação em meio à rotina acelerada e à atenção fragmentada da sociedade atual. A intenção é fazer com que as pessoas “olhem para cima e para dentro”, promovendo um momento de conexão e reflexão.

 

A repercussão da obra ganhou ainda mais força após a luz ser detectada pela Estação Espacial Internacional. Imagens registradas do espaço mostram o feixe luminoso cortando o céu de Veneza, reforçando o impacto visual e simbólico da instalação.

 

A Bienal de Veneza é considerada um dos principais eventos de arte contemporânea do mundo e, neste ano, a obra de Chris Levine se tornou um dos grandes destaques entre os visitantes e nas redes sociais.

 

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